”O barulhinho sereno da chuva iria nos acordar. Nos olharíamos e você me daria um beijo de bom dia. Eu retribuiria o carinho. Ficaríamos um bom tempo abraçados, eu com minha cabeça em seu peito e suas mãos rolando por meus cabelos. Tomaríamos banho quente juntos, entre beijos e água nos encobertando. Desceríamos e tomaríamos café da manhã, assistindo desenho tipico de um domingo de manhã. Ficaríamos sentados na sala, olhando as gotas de chuva tamborilar em nossa janela. Depois, você abriria um pouco a porta e o cheirinho de terra molhada iria invadir nosso ar. Ficaríamos abraçados o tempo todo, vendo filmes após o almoço. Nos beijaríamos infinitamente. Cairíamos no sono e acordaríamos ás 15:00. A chuva teria aumentado e um vento gelado havia surgido. Sentaríamos a beira da lareira, bebendo chá quente, ouvindo uma música calma. Você diria para mim que jamais queria me perder e eu apenas lhe daria um beijo, insinuando assim que eu não desejava isso também. Comeríamos biscoitos de chocolate, enquanto passava um programa de talentos na tv. Você, todo entediado, começaria a contar piadas sem graça só para não ter que ver o programa. E eu ria. Gargalhava daquelas piadas que não ter o menor cabimento muito menos graça… Passaríamos o dia juntinho, se beijando, dormindo e comendo. Iríamos nomear dias como esse como perfeito. E iriamos multiplicá-lo milhares de vezes em nossas vidas. Iríamos ser felizes, como nunca fomos se você, meu bem, não tivesse desistido tão cedo de mim…”  (e-xtranjera)

(via uigalega)

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